Alguns Mitos e Realidades sobre o abuso sexual infantil
Mito
O abusador Sexual é um psicopata, um tarado que todos reconhecem na rua.
Realidade
Na maioria das vezes, são pessoas aparentemente normais e que são queridas pelas crianças e pelos adolescentes.
Mito
O estranho representa o perigo maior às crianças e adolescentes.
Realidade
Os estranhos são responsáveis por um pequeno percentual dos casos registrados. Na maioria das vezes, as crianças e adolescentes são sexualmente abusados por pessoas que já conhecem como pai/mãe, madrasta/padrasto, namorado da mãe, parentes, vizinhos, amigos da família, colegas de escola, babá, professor (a) ou médico (a).
Mito
O abuso sexual está associado a lesões corporais.
Realidade
A violência física contra crianças e adolescentes abusados sexualmente não é o mais comum, mas o uso de ameaças e/ou a conquista da confiança e do afeto da criança. As crianças e os adolescentes são, em geral, prejudicados pelas conseqüências psicológicas do abuso sexual.
Mito
O abuso sexual, na maioria dos casos, ocorre longe da casa da criança ou do adolescente.
Realidade
O abuso ocorre, com freqüência, dentro ou perto da casa da criança ou do abusador. As vítimas e os abusadores são, muitas vezes, do mesmo grupo étnico e nível sócio-econômico.
Mito
O abuso sexual se limita ao estupro.
Realidade
Além do ato sexual com penetração vaginal (estupro) ou anal, outros atos são considerados abuso sexual, como o voyeurismo, a manipulação de órgãos sexuais, a pornografia e o exibicionismo.
Mito
A maioria dos casos é denunciada.
Realidade
Estima-se que poucos casos, na verdade, são denunciados. Quando há o envolvimento de familiares, existem poucas probabilidades de que a vítima faça a denúncia, seja por motivos afetivos ou por medo do abusador; medo de perder os pais; de ser expulso (a); de que outros membros da família não acreditem em sua história; ou de ser o (a) causador (a) da discórdia familiar.
segunda-feira, 23 de março de 2009
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